Pós-graduação é diferencial no mercado de trabalho

Sair da faculdade já de olho nos cursos de pós-graduação ou procurar essa qualificação após muito tempo de formação será um grande diferencial no seu currículo. Segundo a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), do Ministério da Educação (MEC), somente 10% dos estudantes que se formam hoje no Brasil fazem pós-graduação. Para encarar um mercado de trabalho cada vez mais exigente, pelo menos uma especialização fará uma grande diferença frente aos concorrentes.

Existem dois tipos de especialização: o lato sensu, que são os cursos de pós-graduação e os MBAs, e o stricto sensu, que são os mestrados e doutorados. A diferença é que o “lato sensu” é voltado para o aprofundamento dos estudos em determinada área ou para adquirir conhecimento em uma área que até então teve pouco acesso. Já o stricto sensu é direcionado a quem pretende seguir carreira acadêmica. Com duração que pode variar de um a quatro anos, ele é mais teórico e orientado ao ensino e pesquisa. “A escolha é algo muito pessoal, mas para o mercado de trabalho o latu sensu traz um diferencial maior, já que é uma especialização mais voltada para a prática”, diz a coordenadora do Núcleo de Extensão da Faculdade Social da Bahia (FSBA), Letícia Castro.

A Instituição de Ensino Superior, em Ondina, conta atualmente com doze cursos de pós-graduação, e o destaque está na área de saúde, com nove deles. A FSBA tem uma estrutura enorme e de qualidade, com cinco prédios, três ginásios, além de uma clínica-escola de fisioterapia, outra de psicologia e uma agência de notícias, além da grade docente, composta na maioria por mestres e doutores. Atualmente, a instituição recebeu do Ministério da Educação (MEC) o título de Centro Universitário, o que irá possibilitar ainda mais o crescimento acadêmico, de cursos e estrutura.

 

Por Alanna Sampaio

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